EU E O QUE SINTO

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Não tenho mais nada de meu Só eu e o que sinto por ti.
Coisas que julgava serem minhas nunca foram, nunca me pertenceram.
Olho para o mundo, tudo que tenho, é tudo que sou, eu e o que sinto.
Nada mais restou.
Temos dores absolutamente infinitas Saudades e o peso da rejeição.
E acabamos que nós entendemos.
Eu com minha saudade, e o que sinto, com sua rejeição.
Dividimos o eco das lembranças, cumpliciamos com nobreza e pujanças.
E nas caladas das noites meramente nós emendamos.
Este meu sentir, Hoje é tudo para mim.
É com quem falo, com quem ando.
Com quem almoço, com quem janto.
Dormimos e acordamos E não nunca nós bastamos.
Enide Santos 18/04/14

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Redazione LOPcom
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